Imagem de Ubá, Minas Gerais

Ubá

Minas Gerais · Sudeste · gentílico: ubaense

Ubá é um município em Minas Gerais, na região Sudeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 103.365 habitantes em 407,5 km², o que dá 253,7 habitantes por km². É o 33º mais populoso de Minas Gerais (entre 853 com dados) e o 310º do Brasil. Pertence à microrregião de Ubá, na mesorregião Zona da Mata, e à região geográfica imediata de Ubá. Em linha reta, fica a cerca de 168 km de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

Em números

População
103.365
Censo 2022
Área
407,5 km²
Censo 2022
Densidade
253,7 hab/km²
Censo 2022
Posição
33º em MG
310º no Brasil, por população

De onde vem o nome

Não há consenso sobre a origem do nome da cidade. Existem duas hipóteses comumente aventadas: derivaria do tupi antigo ubá, que significa " canoa de uma só peça escavada em tronco de árvore". derivaria de uma gramínea de folha estreita, longilínea e flexível (Gynerium sagittatum), comumente chamada de " ubá ". Essa gramínea, hoje em extinção, existia em abundância em toda extensão das margens da ribeira que corta a cidade e era utilizada na confecção de cestos, gaiolas e outros objetos similares.

Da seção “Etimologia” do artigo de Ubá na Wikipédia em português · ler no original.

O que diz o registro oficial

  • Distrito criado, com a denominação de Arraial de São Januário do Ubá, pela Lei Provincial n.º 209, de 03-04-1841, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891.
  • Elevado à categoria de vila, com a denominação de Arraial de São Januário de Ubá, pela Lei Provincial n.º 654, de 17-06-1853.
  • Elevado novamente à categoria de vila com a denominação de Ubá, pela Lei n.º 1.755, de 30-03-1871, sendo desmembrado de Rio Branco.
  • Elevado à condição de cidade, com a denominação de Ubá, pela Lei Provincial n.º 806, de 03-07-1875.
  • Santana do Sapé tomou a denominação de Sapé;

Trechos da formação administrativa do município, publicada pelo IBGE.

Quem nasce em Ubá é ubaense, segundo o IBGE.

História

A palavra Ubá, em tupi-guarani, significa canoa de uma só peça escavada em tronco de árvore. É também o nome popular da gramínea 'Gynerun Sagittatum', de folha estreita, longilínea e flexível, em forma de cano, utilizada pelos índios na confecção de flechas de caça e combate, e encontradas em toda a extensão das margens do ribeirão que corta a cidade. O nome do Rio Ubá se deu justamente pela existência dessas gramíneas.

A colonização da bacia do Rio Pomba deu-se, inicialmente, a partir da decadência das atividades de mineração. Em fins do século XVIII e início do século XIX, várias famílias deixaram Mariana, Ouro Preto, Guarapiranga e outros centros de extração à procura de terras férteis e propícias à agricultura, onde pudessem desenvolver atividades de renda mais estável e segura.

As regiões banhadas pelo Rio Turvo, Chopotó, Pomba e outros, eram assediadas devido à ocorrência de florestas que prestaram à extração de madeira e que, até então, eram habitadas por índios (chopós, croatos e puris) e por aventureiros. Esses fundaram fazendas que prosperaram e deram início à formação de núcleos de população, que hoje são cidades florescentes, entre as quais, a cidade de Ubá.

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Em novembro de 1767, o Padre Manoel de Jesus Maria foi encarregado de catequizar os índios, preparando as bases para a entrada dos donos de sesmarias, iniciando, assim, a organização de um grande aldeamento central.

No período de 1797 a 1798 foram doadas as primeiras sesmarias localizadas em terras desocupadas e nas cabeceiras, encostas e margens do Rio Ubá. Nesta época, Bernardo Antônio de Lorena, do conselho do rei D. João VI, era governador da capitania de Minas Gerais.

Em 1805, o capitão Mor Antônio Januário Carneiro, natural de Calambau e o seu cunhado, comendador José Cesário de Faria Alvim, adquiriram várias sesmarias até então pertencentes ao município de São João Batista do Presídio, hoje Visconde do Rio Branco, trazendo suas famílias, escravos e rebanhos. Fundaram, assim, a atual cidade de Ubá.

Neste período, segundo acordo firmado entre o Vaticano e os reis católicos, quando fosse fundada uma povoação nos países colonizados, em primeiro lugar deveria ser construída uma igreja como marco inicial.

Enquanto os primeiros donos das terras situadas às margens do Rio Ubá se preocupavam com suas fazendas, Antônio Januário Carneiro idealizou fundar uma povoação. Seu primeiro passo foi liderar um movimento para assinar a petição requerendo o alvará para a construção da igreja, a qual deveria ser provida de parâmetros para que pudesse ser consagrada ao seu orago (santo de invocação que dá nome à capela).

Para promover esta povoação, o capitão Mor trouxe todos os operários necessários para a construção da igreja, dando-lhes pequenas glendas de terras, moradia e alimentos, enquanto não pudesse ter abastecimento próprio pelo cultivo da terra. Foi também por seu intermédio que dezenas de famílias vieram em princípio do século XIX, para o povoado que estava se formando, como os Vieira de Andrade, Faria Alvim, Ferreira Valente, Martins Pacheco e outros mais.

A capela foi construída sob a devoção de São Januário. Com seu crescimento, o arraial foi elevado à paróquia de São Januário de Ubá, em 1841. O desenvolvimento do povoado se deu gradativamente ao redor da paróquia e em direção à estrada que levaria à Guarapiranga, onde foram edificadas as primeiras residências em sapé. Esse povoado recebeu o nome de São Januário de Ubá. Devido ao desenvolvimento da paróquia e das atividades dos habitantes, principalmente a cultura do café, em 1854 o povoado recebeu o foro de vila e, em 1857, foi elevada à categoria de cidade com o nome de Ubá.

Nesse período colonial, a terra tinha pouco valor, pois tudo estava por fazer e o produto primário era o grande objetivo da transformação, tornando a mão-de-obra do campo a principal fonte de renda. O escravo tornou-se peça fundamental para o desenvolvimento agrícola da região, chegando a valer, nessa época, mais do que 30 alqueires de terra.

Somente após 1810 houve incentivo ao tráfico de escravos que, com sua capacidade de cultura à terra e seu adestramento nos trabalhos da Casa Grande, contribuíram bastante para a economia cafeeira de Ubá.

A chegada dos imigrantes italianos proporcionou um aumento nas diversas culturas, principalmente na fumageira. A imigração ocorreu em duas épocas distintas e procedências diferentes. A primeira fase correspondeu ao ingresso de imigrantes provenientes do sul da Itália que traziam como vantagem sua variadas profissões: artesãos, alfaiates, comerciantes, operários, ferreiros, caldeireiros e marceneiros. Contudo, não eram agricultores, mas colaboravam, para a melhoria da cidade de Ubá, que na época não contava com luz, calçamento, saneamento básico, como todas as demais cidades da Zona da Mata. A segunda fase correspondeu à chegada de imigrantes provenientes do norte da Itália, que chegaram aqui somente após a abolição da escravatura, em 1888. Ao contrário dos primeiros, esses eram camponeses organizados e disciplinados que vieram substituir o trabalho escravo, dando a Ubá um novo impulso econômico.

Os imigrantes tiveram importante participação na evolução do município sob aspectos políticos, econômicos e sociais, tendo sido um dos poucos municípios do estado onde os italianos permaneceram após a crise agrícola no país, com a queda do preço do café. Nesta época houve grande fuga dos colonos, principalmente italianos, que saíam do estado de Minas Gerais em direção ao estado de São Paulo. Aproveitando a baixa geral dos imóveis, adquiriram grandes extensões de terra. Compravam fazendas e subdividiam-nas em várias propriedades, fato que gerou grande atração aos colonos vindos de outras regiões.

Hoje, o município de Ubá é um dos maiores do país, devido a esta grande subdivisão de terras. A partir dessa característica de parcelamento do solo, desaparece o latifúndio e, com ele, a monocultura do café, dando lugar à policultura do fumo, cereais, cebola, batata, pimentões, tomates, entre outros. Houve, em conseqüência, um decréscimo no setor agrícola da economia. Mais recentemente, o setor secundário, principalmente a indústria moveleira, passou a ser a atividade econômica mais importante de Ubá.

Formação administrativa

Distrito criado, com a denominação de Arraial de São Januário do Ubá, pela Lei Provincial n.º 209, de 03-04-1841, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891.

Elevado à categoria de vila, com a denominação de Arraial de São Januário de Ubá, pela Lei Provincial n.º 654, de 17-06-1853. Sede na vila de São João Batista do Presídio. Instalado em 12-05-1854.

Pela Lei Provincial n.º 758, de 02-05-1856 e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de Santana do Sapé e anexado à vila Arraial de São Januário de Ubá.

Pela Lei Provincial n.º 806, de 03-07-1857, a vila de Arraial de São Januário do Ubá passou a denominar-se Ubá.

Pela Lei Provincial n.º 1.492, de 13-07-1868, é criado o distrito de São José do Paraopeba e anexado à vila de Ubá.

Pela Lei Provincial n.º 1573, de 22-07-1868, a vila de Ubá foi extinta, sendo seu território anexado ao município de Rio Branco.

Elevado novamente à categoria de vila com a denominação de Ubá, pela Lei n.º 1.755, de 30-03-1871, sendo desmembrado de Rio Branco. Sede no atual distrito de São Januário. Constituído do distrito sede.

Elevado à condição de cidade, com a denominação de Ubá, pela Lei Provincial n.º 806, de 03-07-1875.

Pela Lei Provincial n.º 2.500, de 12-11-1878, o distrito de São José do Paraopeba tomou o nome de São José do Tocantins.

Pela Lei Provincial n.º 3.442, de 28-09-1887, é criado o distrito de Santo Antônio das Marianas e anexado ao município de Ubá.

Pela Lei Estadual n.º 556, de 30-08-1911, foram criados os distritos de Divino e São Sebastião da Boa Esperança do Rodeiro e anexados ao município de Ubá.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município aparece constituído de 7 distritos: Ubá, Boa Esperança, Divino, São Sebastião da Boa Esperança do Rodeiro, Santana de Sapé, Santo Antônio das Marianas e São José de Tocantins.

Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o município é constituído de 6 distritos: Ubá, Divino, São Sebastião da Boa Esperança do Rodeiro, Santana de Sapé, Santo Antônio das Marianas e São José de Tocantins, não figurando o distrito de Boa Esperança.

Pela Lei Estadual n.º 843, de 07-09-1923, o município sofreu as seguintes modificações: o distrito de Divino tomou o nome de Divino de Ubá; São Sebastião da Boa Esperança do Rodeiro teve o topônimo alterado para Rodeiro; Santana do Sapé tomou a denominação de Sapé; São José do Tocantins tomou a denominação de Tocantins e Santo Antônio das Marianas passou a chamar-se Tuiutinga, sendo transferido do município de Ubá para o de Rio Branco. Ainda, Ubá adquiriu do município de Piranga o distrito de Conceição do Turvo.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933 o município é constituído de 6 distritos: Ubá, Conceição do Turvo, Divino de Ubá, Rodeiro, Sapé e Tocantins. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 148, de 17-12-1938, é desmembrado do município de Ubá o distrito de Conceição do Turvo, elevado à categoria de município com a denominação de Senador Firmino.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939 a 1943, o município é constituído de 5 distritos: Ubá, Divino de Ubá, Rodeiro, Sapé e Tocantins.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 1.058, de 31-12-1943, o distrito de Sapé tomou o nome de Guidoval.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o município é constituído de 5 distritos: Ubá, Divino de Ubá, Guidoval, Rodeiro e Tocantins.

A Lei n.º 336, de 27-12-1948, desmembra do município de Ubá os distritos de Guidoval e Tocantins, elevando-os à categoria de município. Pela mesma Lei é criado o distrito de Ubarí (ex-povoado de Convento), com terras desmembradas dos distritos de Ubá e Divino de Ubá, e anexado ao município de Ubá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950 o município é constituído de 4 distritos: Ubá, Divino de Ubá, Rodeiro e Ubarí.

Pela Lei n.º 1.039, de 12-12-1953, é criado o distrito de Diamante de Ubá (ex-povoado de Diamante), com terras desmembradas do distrito de Rodeiro, e anexado ao município de Ubá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955 o município é constituído de 5 distritos: Ubá, Diamante de Ubá, Divino de Ubá, Rodeiro e Ubarí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

A Lei Estadual n.º 2.764, de 30-12-1962, desmembra do município de Ubá os distritos de Rodeiro e Divino de Ubá elevando-os à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 3-1XII-1963 o município é constituído de 3 distritos: Ubá, Diamante de Ubá e Ubarí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.

Pela Lei Estadual n.º 8.285, de 08-10-1982, é criado o distrito de Miragaia e anexado ao município Ubá.

Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 4 distritos: Ubá, Diamante de Ubá, Miragaia e Ubarí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.

Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: Ubá (MG). Prefeitura. 2015. Disponível em: http://www.uba.mg.gov.br/Materia_especifica/6495/Uba---Historia-e-Evolucao. Acesso em: mar. 2015.. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.

Fatos e datas

Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Ubá, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.

  1. 1767

    Em novembro de 1767, o Padre Manoel de Jesus Maria foi encarregado de catequizar os índios, preparando as bases para a entrada dos donos de sesmarias, iniciando, assim, a organização de um grande aldeamento central.

  2. 1797

    No período de 1797 a 1798 foram doadas as primeiras sesmarias localizadas em terras desocupadas e nas cabeceiras, encostas e margens do Rio Ubá.

  3. 1805

    Em 1805, o capitão Mor Antônio Januário Carneiro, natural de Calambau e o seu cunhado, comendador José Cesário de Faria Alvim, adquiriram várias sesmarias até então pertencentes ao município de São João Batista do Presídio, hoje Visconde do Rio Branco, trazendo suas famílias, escravos e rebanhos.

  4. 1810

    Somente após 1810 houve incentivo ao tráfico de escravos que, com sua capacidade de cultura à terra e seu adestramento nos trabalhos da Casa Grande, contribuíram bastante para a economia cafeeira de Ubá.

  5. 1841

    Distrito criado, com a denominação de Arraial de São Januário do Ubá, pela Lei Provincial n.º 209, de 03-04-1841, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891.

  6. 1841

    Com seu crescimento, o arraial foi elevado à paróquia de São Januário de Ubá, em 1841.

  7. 1853

    Elevado à categoria de vila, com a denominação de Arraial de São Januário de Ubá, pela Lei Provincial n.º 654, de 17-06-1853.

  8. 1854

    Devido ao desenvolvimento da paróquia e das atividades dos habitantes, principalmente a cultura do café, em 1854 o povoado recebeu o foro de vila e, em 1857, foi elevada à categoria de cidade com o nome de Ubá.

  9. 1911

    Pela Lei Estadual n.º 556, de 30-08-1911, foram criados os distritos de Divino e São Sebastião da Boa Esperança do Rodeiro e anexados ao município de Ubá.

  10. 1923

    Pela Lei Estadual n.º 843, de 07-09-1923, o município sofreu as seguintes modificações: o distrito de Divino tomou o nome de Divino de Ubá;

  11. 1938

    Pelo Decreto-lei Estadual n.º 148, de 17-12-1938, é desmembrado do município de Ubá o distrito de Conceição do Turvo, elevado à categoria de município com a denominação de Senador Firmino.

  12. 1943

    Pelo Decreto-lei Estadual n.º 1.058, de 31-12-1943, o distrito de Sapé tomou o nome de Guidoval.

  13. 1948

    A Lei n.º 336, de 27-12-1948, desmembra do município de Ubá os distritos de Guidoval e Tocantins, elevando-os à categoria de município.

  14. 1953

    Pela Lei n.º 1.039, de 12-12-1953, é criado o distrito de Diamante de Ubá (ex-povoado de Diamante), com terras desmembradas do distrito de Rodeiro, e anexado ao município de Ubá.

  15. 1962

    A Lei Estadual n.º 2.764, de 30-12-1962, desmembra do município de Ubá os distritos de Rodeiro e Divino de Ubá elevando-os à categoria de município.

  16. 1982

    Pela Lei Estadual n.º 8.285, de 08-10-1982, é criado o distrito de Miragaia e anexado ao município Ubá.

Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.

Curiosidades

  • Altitude

    A sede do município fica a 338 metros de altitude, segundo o Wikidata.

Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.

O que ver e fazer

Sugestão de roteiro com 1 lugar de Ubá e 11 em municípios vizinhos, até 50 km do centro. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.

Dia 014 paradas · cerca de 45 km em linha reta entre elas
  1. Ginásio São JoséPatrimônio histórico

    A 2,2 km do centro de Ubá (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Imóvel sede do Sítio Teixeira de MeloPatrimônio histórico

    Em Tocantins. A 7,7 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Igreja Matriz do Divino Espírito Santo (Divinésia)Igreja

    Em Divinésia. A 20 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Cine Teatro BrasilTeatro

    Em Visconde do Rio Branco. A 17 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 024 paradas · cerca de 18 km em linha reta entre elas
  1. Estação da Leopoldina Railway Company (Visconde do Rio Branco)Estação ferroviária

    Em Visconde do Rio Branco. A poucos metros da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Em Visconde do Rio Branco. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Sede do Museu Municipal (Visconde do Rio Branco)Museu

    Em Visconde do Rio Branco. A 0,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Estação CoimbraEstação ferroviária

    Em Coimbra. A 18 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 034 paradas · cerca de 21 km em linha reta entre elas
  1. Em Santana de Cataguases. A 54 km da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Residência de Francisco PeixotoPatrimônio histórico

    Em Cataguases. A 18 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Colégio CataguasesPatrimônio histórico

    Em Cataguases. A 1,0 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Em Cataguases. A 2,0 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Lugares do Wikidata (CC0), de tipos como igrejas, museus, praças, monumentos, parques e cachoeiras, com artigo na Wikipédia, foto ou proteção de patrimônio. Não há horários, preços nem avaliação de acesso: confirme na prefeitura antes de ir. Distâncias em linha reta, não de estrada.

Quem nasceu aqui

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Lista do Wikidata (CC0), por local de nascimento declarado. Pode conter erros de cadastro e não é uma lista completa nem uma escolha editorial do site.

Onde fica

Estado
Minas Gerais (MG), região Sudeste
Mesorregião
Zona da Mata
Microrregião
Ubá
Região imediata
Ubá
Código IBGE
3169901
Coordenadas
-21.1200, -42.9428
Capital
Belo Horizonte, a cerca de 168 km em linha reta
Aeroporto
Aeroporto Presidente Itamar Franco (IZA), a cerca de 50 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports

Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.

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Sobre estes dados

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Foto: Laureano (http://www.laureanojg.blogspot.com/) (CC BY 3.0), via Wikimedia Commons.

Brasão: Prefeitura Municipal de Ubá (Public domain), via Wikimedia Commons.